Boas Velhas

Bom, fiquei um tempão (tempão mesmo) sem escrever no blog. Um pouco, pelas minhas ocupações; outro pouco, pelo meu desânimo. Desânimo pela escassez de oportunidades.

Você aprende, aprende e sempre tem o que aprender. É da vida, já sei. Nós somos como anti-vírus de computador, todo dia temos que nos atualizar. Mas o mercado de trabalho quer um profissional pronto, ou pior, um estagiário pronto. Quer um aprendiz que já sabe tudo, esquizofrênico!Até recebi um email de uma pessoa do RH de uma empresa dizendo que não tinha vaga na sua enorme empresa, e que com o currículo que eu tenho eu nunca (descreveu meu destino) vou conseguir emprego uma empresa grande, e depois me deu algumas dicas de cursos(tá essa parte tudo bem).

As instituições públicas, responsáveis pela educação, cada dia mais irresponsáveis. Estudei, estudei e não passei nos concursos. E fui chamada de burra por isso. A forma que foram organizadas os concursos, isso ninguém deu bola. Sem falar da lambança dos contratos, alunos deixados de lado,etc. 

E a saúde, entre altos e baixos, pelo menos agora está tudo bem. Tratamentos frustrados que quase botaram minha saúde a perder. E decidi: vou me arriscar, cuidar de mim, sem perder aquilo que eu tenho de bom. 

Nada do que eu planejei foi dentro do esperado. Mas descobri e redescobri gostos, habilidades, pessoas.Se passei por tudo isso pra ter o que ru ganhei a pouco, valeu a pena.Desejo a todos um 2013 com boas novas e boas velhas a todos,pois o que é bom devemos tentar  conquistar e preservar!Imagem

Colorido Real e Digital

Oi! Quanto tempo não escrevo, de novo!

Nesse tempo algumas coisas diferentes aconteceram, e uma nova alternativa profissional surgiu. Estou fazendo curso de webdesign. Sim! Depois de perceber que adoro ficar perto da arte, resolvi entrar nela, ainda que de forma digital.

Sempre gostei de ver um mundo de forma mais colorida. Mas também quero “viver” de um jeito mais colorido ( Não falo  de opção sexual. Afinal, por que o arco-íris agora é de propriedade dos homossexuais, hein?) Adoro  serviço.Gosto de viver trabalhando, mas não gostaria de morrer trabalhando.

Aos poucos, farei mais modificações neste blog, sem deixar de comentar os assuntos dentro e fora do momento. Consequência do novo colorido real e digital que toma conta da minha vida.

Um abraço!

 

Dentro da Pasta

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Fiquei um tempão sem escrever. Pudera, estou na luta, outra vez, com a minha pasta na mão(veja meu texto antigo do blog sobre isso: https://blogdanielasimoes.wordpress.com/2010/05/30/pasta-na-mao/). As coisas não deram certo como eu esperava, mas nem por isso perdi a esperança. Sigo com minha “pastinha”, ainda colorida apesar de desgastada. 

O conteúdo da minha pasta é variado. Não sou a pessoa mais trabalhadora do mundo, porém ela não é vazia de experiências de trabalho. Minha carteira de trabalho está novinha, pois sempre encontrei o mais inusitado: lugares diferentes da habitual “firma”, horários malucos, colegas com hábitos e culturas diferentes. E em nenhum lugar trabalhei sem vontade, apenas por obrigação, digo com orgulho.

Sem contar as emoções que vivi, muitos desenhos de corações dos amigos e conhecidos que fiz onde passei. Se isso não enche meu currículo, pelo menos me enche de bons sentimentos. Quer conhecer o conteúdo da minha pasta? Abra!

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Eu choro até quando vejo propaganda de… cerveja!

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As mulheres têm seus momentos de sensibilidade, quando se emocionam com as coisas mais simples e bobas do mundo. E se há motivos pequenos para explodir, há soluções singelas para salvar o dia de uma mulher. Um chocolate para adoçar e combater a tristeza; uma roupa nova para colorir e servir de escudo contra a insegurança; uma pia de louça para lavar os pratos, os talheres, as panelas e a alma; uma festa agitada para chacoalhar com os sentimentos bons e expulsar os ruins. Mas, às vezes, as técnicas para espantar o mal se desgastam, e usamos outras formas sem querer. As mudanças na mídia são exemplo disso.

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Antes, chorar em frente à televisão assistindo um comercial de margarina era sinal de TPM, gravidez ou qualquer outro “fenômeno” feminino. Agora, uma pergunta: ainda existe margarina? Segundo a publicidade brasileira, não. Os últimos comerciais de margarina que apareceram não eram nada emotivos. Em vez de mostraram uma família feliz num café da manhã, não. Preocuparam – se mais em esfregar na cara dos consumidores que a margarina era saudável, sem sal, gordura trans ou qualquer outra porcaria. Talvez, por ser tão perigosa, a margarina se tornou uma substância tóxica proibida de propaganda na televisão junto com o cigarro. Bingo! Margarina engorda e não deixa ninguém feliz. Explicado! Um motivo a menos para derramar lágrimas.

O que sobrou de felicidade e emoção na televisão brasileira: final da novela, do BBB ou do Brasileirão? Sim, mas durante esses eventos, qual produto que mais aparece? A cerveja! O líquido da felicidade; com poderes afrodisíacos, estimulantes e antidepressivos. Não existe bêbado triste: somente pessoas alegres, em lugares bacanas, e sempre com alguém à disposição para servir cerveja para a turma. Pobres, ricos, feios , bonitos, bonitas. Feias não existem, apenas se a cerveja esquentar, estragar ou desaparecer. E as mulheres tristes que assistem essas cenas pensam em várias situações. Por que não tenho um encontro legal assim na praia, com minhas amigas e gostosões? Pra arrasar na festa de hoje, vou tomar todas, quem sabe eu engreno! Poxa, até a Sandy é descolada e bem resolvida, menos eu! Buá!

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O ideal é vivermos como se fosse o último dia, e sonharmos como se fosse o primeiro. É bobo se iludir, mas é frio não se encantar. Mulher sem deslumbre é apenas uma boneca. Toda mulher tem o direito de suspirar com qualquer cena.

O que vou escrever?

Faz um bom tempo que não escrevo neste blog. E não foi por nenhum problema particular ou compromisso. Simplesmente, tive um lapso, fiquei sem assunto para escrever. Pensei em vários temas, fatos, fofocas. E não consegui encontrar uma conclusão.

Greve dos PMs na Bahia, estiagem no RS, enchentes no sudeste, expulsão de moradores do Pinheirinho. acontecimentos importantes e graves no Brasil. Mas não gosto de “chover no molhado”, pois desperdício de água não é legal. Não tenho informações quentes sobre o assunto, pelo contrário, quero saber mais . E só reclamar da situação sem dar uma boa solução ou reivindicação convincente, é cair na mediocridade.

Televisão: reality shows, novas séries e minisséries, filmes requentados. Não me empolguei em falar da telinha brasileira que gosto tanto. E depois do episódio do “suposto estupro no BBB” (Será que é suposto? No mínimo, houve encosto!) fiquei enojada. Final de brincadeira. Paredão, novela, discurso de jornalista. Tudo perdeu a graça. Apesar disso, tentam encobrir para os convidados não irem embora da festa televisiva. Tarde demais. Minhas férias: nada de extraordinário. Frustradas, depois de feias queimaduras  depois de uma tarde sem protetor solar na praia, à procura dos “Chatonildos irresponsáveis”. Pelo menos, um ventinho para acalmar os ânimos e diminuir a saudade da cidade grande. Saudade. Um bom assunto final. Saudade de contar histórias para quem quer ouví-las, de ser a única grandona no meio dos pequenos, de comer guloseimas sem medo de passar mal, de olhar satisfeita e segura para algo que fiz. Acho que, quando eu terminar de escrever o final do texto, matarei essa última saudade.

Observação: Prometo que é a útima vez que me queixo de falta de assunto ou falta do que fazer. Sei que fiz a mesma reclamação em dois textos anteriores. Peço desculpas.

Meu Perfil

Sou uma pessoa que busco, assim como as outras, a felicidade.

E para isso vou em frente, volto atrás, olho e ando para todos os  lados.

Para isso tenho meu corpo e espírito bem articulados.

Deus é o meu juiz, advogado, testemunha, investigador, delegado e soldado.

Sabe do quanto tenho me esforçado

Em lutar contra a adversidade.

 

Não desperdiço a oportunidade de uma nova amizade,

E, às vezes, reencontro os amigos de longa estrada.

Embora minha rotina seja um tanto atropelada,

E eu seja atrapalhada,

Não deixo o tempo me “comer”, nem acabar com a minha pele bem tratada.

Pois viver sem ao menos procurar o encanto, não é viver de verdade!