Manual de boas maneiras literárias!

Curtiu ou Não Curtiu?

Livros.Curtiu ou Não Curtiu?

1)Leia o livro;
2)Pense sobre o que leu. O que achou da história? Ações e pensamentos dos narradores e personagens. Mensagens possíveis da obra;
3)Faça uma crítica sobre a obra, sua opinião a respeito;
4) Se gostou, indique o livro para os amigos e conhecidos. Se não gostou, não queime, rasgue ou jogue fora. Guarde-o, para depois provar para os amigos que o livro é ruim pra caramba mesmo;
5)Procure ler outros livros tão bons ou melhores que o último de leu. Não se limite, dê mais chance aos bons momentos.

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O que vou escrever?

Faz um bom tempo que não escrevo neste blog. E não foi por nenhum problema particular ou compromisso. Simplesmente, tive um lapso, fiquei sem assunto para escrever. Pensei em vários temas, fatos, fofocas. E não consegui encontrar uma conclusão.

Greve dos PMs na Bahia, estiagem no RS, enchentes no sudeste, expulsão de moradores do Pinheirinho. acontecimentos importantes e graves no Brasil. Mas não gosto de “chover no molhado”, pois desperdício de água não é legal. Não tenho informações quentes sobre o assunto, pelo contrário, quero saber mais . E só reclamar da situação sem dar uma boa solução ou reivindicação convincente, é cair na mediocridade.

Televisão: reality shows, novas séries e minisséries, filmes requentados. Não me empolguei em falar da telinha brasileira que gosto tanto. E depois do episódio do “suposto estupro no BBB” (Será que é suposto? No mínimo, houve encosto!) fiquei enojada. Final de brincadeira. Paredão, novela, discurso de jornalista. Tudo perdeu a graça. Apesar disso, tentam encobrir para os convidados não irem embora da festa televisiva. Tarde demais. Minhas férias: nada de extraordinário. Frustradas, depois de feias queimaduras  depois de uma tarde sem protetor solar na praia, à procura dos “Chatonildos irresponsáveis”. Pelo menos, um ventinho para acalmar os ânimos e diminuir a saudade da cidade grande. Saudade. Um bom assunto final. Saudade de contar histórias para quem quer ouví-las, de ser a única grandona no meio dos pequenos, de comer guloseimas sem medo de passar mal, de olhar satisfeita e segura para algo que fiz. Acho que, quando eu terminar de escrever o final do texto, matarei essa última saudade.

Observação: Prometo que é a útima vez que me queixo de falta de assunto ou falta do que fazer. Sei que fiz a mesma reclamação em dois textos anteriores. Peço desculpas.

Útil como sempre e belo como nunca!

Imagem

Atualmente, usar óculos não é mais coisa feia. Celebridades ou anônimos, ricos ou pobres, jovens ou idosos, intelectuais ou vagabundos, não importa. É mais que moda: acessório bonito que podemos usar. Joias, cintos e chapéus não estão mais sozinhos.
Há uma variedade de tipos, estilos e cores (de armação ou lente). É só escolher o modelo perfeito. A utilização dele ultrapassou todos os limites de nacionalidade, culturas, grupos sociais, gênero. Isso porque serve para proteção, para enfeite, para eliminar ou amenizar uma deficiência. Não é mais algo para se usar apenas na escola ou no trabalho. Numa festa ou lazer também fazem sucesso! Não é apenas sinal de seriedade, mas também objeto para a comédia. e diversão. O cinema em 3D não existiria sem eles.

Os óculos escuros, antes chamados como “de praia”, são úteis no cotidiano para fugir do sol ou qualquer outra iluminação. Colocar óculos de grau não é sinal de velhice, pelo contrário. Os mais ousados e versáteis usam como forma de mostrar personalidade. Coisa de gente moderna e despojada!
Se precisar, podemos usá-los sem vergonha. Nem supérfluo, e nem exclusivo; mas sim, necessário. Essencial para a vida. Agora, tentar ver o mundo de forma diferente é bonito, feio é fingir que enxerga a verdade.

Obs.: Este texto fiz para o site http://www.worldofeditors.com/.

Procura-Se

Andei muito ocupada, cansada, tristinha e culpada por não escrever muito aqui. Melhor escrever alguma coisa sobre estes ultimos dias.

Procura-se:

Kaddafhi, Gaddafi, cadáver?

O assassinos da Juíza Patrícia Acioli e do menino Juan.

Algum responsável pela segurança e Justiça que não coloque a culpa na vítima.

Corrupto candidato à demissão.

O dinheiro aplicado nas obras para a Copa,

Aliás, a conclusão das obras para a Copa!

A educação das crianças e adolescentes briguentos dos vídeos do Youtube.

O  juízo das crianças assaltantes de São Paulo,

E o juízo de seus pais e responsáveis.

O próximo eliminado ou eliminada da Fazenda.

O próximo incluído numa fazenda: quilombola, agricultor familiar, sem-terra. Um incluído de verdade.

O término de contas a pagar este mês.

O final deste mês, que não termina nunca e tem mais de 30 dias.

Um bom esquema tático para meu time, que de preferência, tenha mais de uma pessoa  no ataque.

Eu disse: pessoa, espantalho não vale. 

Uma ilha deserta que não seja reinada por políticos corruptos, ou seja, espantalhos livres.

Alguém que não esteja gripado ou resfriado.

O fim do inverno e o início da primavera.

Uma notícia boa na mídia,

E mais um dia feliz na vida!

Mapa

Oi! Fiquei fora por um tempo, para tratar de alguns assuntos. Um deles, tem a ver com meu trabalho na  equipe da 8ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul “Ensaios de Geopoética”. Será de 10 de setembro a 15 de novembro de 2011 em Porto Alegre. Lugares principais: armazéns do Cais do Porto, MARGS, Santander Cultural; sem contar alguns lugares da cidade onde terá uma exposição; e a Casa M que é um novo espaço cultural da cidade dedicada à Bienal. 

O tema principal desta Bienal é a questão do território; e a forma artística de observá-lo. Onde estou? O que faço aqui? São perguntas frequentes, tentamos sempre desvendar a realidade e os sonhos. E o bicho-papão chamado globalização? Pertinho da gente, mesmo assim, considerado estranho.

Na tentativa de compreender o espaço, inventamos o mapa. Nada como uma imagem do lugar onde estamos, como um espelho ou uma caricatura do nosso cantinho. O mapa não é apenas uma orientaçao, mas também uma interpretação dos lugares que observamos.

Podemos mapear as nossas vidas também? Refletir sobre os obstáculos que passamos, conquistas, coisas que pouco conhecemos de nós mesmos. Família, amigos, perigos, com direito a  legenda com muitos símbolos e muitas cores. Quanto mais experiente e auto-conhecedor, um mapa mais detalhado: um google earth!

Quando se sentir desorientado ou  achar um tempo para pensar na vida, faça um mapa!

Cultura

Não existe ninguém sem,

Mas nunca é demais ter mais.

Ela pode ser única,

Ou várias.

Pena que  somente uma parte é valorizada ,

Isso quando não  é desprezada por inteira.

Considerada uma futilidade,

Mas que, sem ela, ninguém sobrevive.

Um luxo, um tesouro

Que podemos encontrar até no lixo.

Formal ou informal,

Chique ou brega;

Quando a conhece ou a reconhece, acha legal

E nela se apega.

Está um tudo

E  sempre sentimos falta dela.

Tão lembrada e esquecida!