Deu Briga! Barraco no Agora é Tarde (É Mentira!)

Programa Agora é Tarde, dia 29/03/2012, quadro Mesa Vermelha

http://natelinha.uol.com.br/noticias/2012/03/30/clima-esquenta-e-humoristas-do-agora-e-tarde-discutem-durante-gravacao-121251.php

Opiniões das celebridades:

Narcisa Tamborindeguy

Adoro! Ai que loucura!

Sandra Annemberg

Que deselegante!

Top Five- CQC - Empolgante!

Menina do Top Five do CQC

Empolgante!

Menino do Top Five do CQC

Leite!

Fernandona - Comédia MTV

Queijo!

Tonho da Lua

Ooooo Marcelo é bonzinho que nem aaaaaaaaaaaaaa Rutinha, a Rutinha éééé boazinha. Maaaaaa o Léo num presta, num presta qui nem o Seu Donato e a Raaaaaaaquel , a Raquel é má!

Rafinha Bastos do CQC

Eu comeria eles e os bebês …

Rafinha Bastos da Rede TV

Digo…Só tem uma coisa que me incomoda nessa história toda. Snif!  A minha família, o meu pai… snif, buááááááááá!

Zeca Pagodinho

Danilo? Meu grande amigo , sempre me serve uma cerveja gelada! Agora, meu servidor tem um programa novo, né!

Marcelo Mansfield? Léo Lins? Nunca vi,  nem comi, eu só ouço falar!

Vossa Excelência Tiririca

Pior do que tá, ainda pode “ficá”!

Daí o Marcelo falou:

– Qual é, qual foi por que que tu tá nessa?

Daí eu disse: só porque o Léo tava cantando:

Florentina, Florentina…

Dona Florinda

Vamos tesouro, digo, Sr. Barriga. E não se misture com esta gentalha!

Obs.: Esse vídeo foi uma armação da equipe do programa Agora é Tarde, que simulou uma briga.  Aliás, esses depoimentos também são uma armação da autora deste blog.

Transmissões

Meu pai, falecido há quatro anos exatos, era um grande telespectador de jogos de futebol. Colorado fanático, adorava frequentar o Beira-Rio. Mas; os dias e horários de trabalho, as condições financeiras para comprar ingressos para todos os jogos, e a violência; afastaram o torcedor do estádio. Depois que voltou de um jogo “apenas” de calção( roubaram seu rádio e carteira, além de perder a camisa e o par de chinelos na multidão após a ação da polícia) papai preferiu a televisão.

No início, maravilha! Horas de transmissões esportivas, com opção de escolher seu narrador e comentaristas favoritos. Jogos em várias emissoras. Os programas de debates futebolísticos, com especialistas que não tinham vergonha de dizer quais times e jogadores jogavam mal, nem medo de falar das administrações dos clubes.O interesse do jornalismo esportivo na época era em dar informações, e não se esforçar em ser simpático como é atualmente. Não se deixava de assistir o jogo do seu time  porque o jogo era em casa.  E sem letreiros ou logomarcas tapando as imagens.

Com a TV fechada, e o monopólio da Rede Globo dos direitos de trnsmissão dos jogos, assistir os jogos da sua equipe, só pagando! Ou torcer  para aparecer raramente na TV aberta após a novela. A venda de TV à Cabo aumentava, e meu pai teve a grande ideia: transmitiu os jogos da antena de casa para os frequentadores do bar da família na área de casa. Novidade para o bairro na época. Toda a vizinhança se encontrava para assistir as partidas. E no início, a  família lucrou bastante com esse negócio.

Outros bares começaram a copiar: também colocaram televisores com os jogos. O bar diminuiu de movimento, e o número de copos de vidro quebrados era grande. Com o prejuízo, acabaram as transmissões via barzinho de papai. O plano dos jogos do Campeonato Brasileiro continuou na TV da família. No ano seguinte, resistimos em pagar para olhar o campeonato devido ao preço, mas a vontade de assistir foi maior e não deixamos de usar o “Pay-Per-View”. Trasmissões para familiares. Como a família era grande, tios, primos, crianças e amigos da família disputavam lugar em casa.

Os anos passaram, meus pais e eu nos mudamos e o hábito de olhar partidas  de futebol na casa de meus avós(onde ficava o bar) continua até hoje. Mas muita coisa mudou: vizinhos  ex-frequentadores do bar faleceram, meu tio e meu pai faleceram, as crianças cresceram. A casa deles foi reformada, filhos e netos empregados. A vizinhança ganhou mais crianças, o bairro ficou nobre após a inauguração de um hipermercado nele. A internet inovou a vida da sociedade, e permitiu uma variedade ainda maior de modos de transmissão de imagens.

Com a inauguração da Fox Sports Brasil, mudamos outra vez. Como toda mudança, dificuldades para se adaptar. Assim como meu pai encontrou alternativas, também podemos achar diferentes saídas ao longo do tempo. Hoje, assisti a partida  Internacional 2 x 0 Juan Aurich na TV à Cabo da minha casa. Transmissão bacana da Fox com o narrador Marco de Vargas e os comentários do Carlos Simon. Com as andanças de meus familiares; e o embate Globosat versus Fox, que deixou a maioria das empresas de televisão à cabo sem passar os jogos da Copa Libertadores; assisti olhei sozinha jogo. Sozinha mesmo!

E sozinha, lembrei de todas as diferentes formas e ocasiões que vi um jogo de futebol. E sonhando com as futuras transmissões: com televisão digital, Copa do Mundo, novas empresas e instituições, novas leis…

Oscar: sou daqui! Gol do Inter

O que vou escrever?

Faz um bom tempo que não escrevo neste blog. E não foi por nenhum problema particular ou compromisso. Simplesmente, tive um lapso, fiquei sem assunto para escrever. Pensei em vários temas, fatos, fofocas. E não consegui encontrar uma conclusão.

Greve dos PMs na Bahia, estiagem no RS, enchentes no sudeste, expulsão de moradores do Pinheirinho. acontecimentos importantes e graves no Brasil. Mas não gosto de “chover no molhado”, pois desperdício de água não é legal. Não tenho informações quentes sobre o assunto, pelo contrário, quero saber mais . E só reclamar da situação sem dar uma boa solução ou reivindicação convincente, é cair na mediocridade.

Televisão: reality shows, novas séries e minisséries, filmes requentados. Não me empolguei em falar da telinha brasileira que gosto tanto. E depois do episódio do “suposto estupro no BBB” (Será que é suposto? No mínimo, houve encosto!) fiquei enojada. Final de brincadeira. Paredão, novela, discurso de jornalista. Tudo perdeu a graça. Apesar disso, tentam encobrir para os convidados não irem embora da festa televisiva. Tarde demais. Minhas férias: nada de extraordinário. Frustradas, depois de feias queimaduras  depois de uma tarde sem protetor solar na praia, à procura dos “Chatonildos irresponsáveis”. Pelo menos, um ventinho para acalmar os ânimos e diminuir a saudade da cidade grande. Saudade. Um bom assunto final. Saudade de contar histórias para quem quer ouví-las, de ser a única grandona no meio dos pequenos, de comer guloseimas sem medo de passar mal, de olhar satisfeita e segura para algo que fiz. Acho que, quando eu terminar de escrever o final do texto, matarei essa última saudade.

Observação: Prometo que é a útima vez que me queixo de falta de assunto ou falta do que fazer. Sei que fiz a mesma reclamação em dois textos anteriores. Peço desculpas.