O Estado das Coisas

Quando você pensa que está sem saída…

Obra: O Estado das Coisas 01- André Komatsu: 2011

 

Obra: O Estado das Coisas 01- André Komatsu: 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

…encontra uma brecha!

Obra em exposição na 8ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul em Porto Alegre.De 10 de setembro de 2011 a 15 de novembro de 2011.

“Ensaio de Geopoética”, mostra Geopoéticas(Cais, armazém 5).

fotos: http://centrefortheaestheticrevolution.blogspot.com/2011/09/essays-on-geopoetics-8th-mercosur.html

 

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Mapa

Oi! Fiquei fora por um tempo, para tratar de alguns assuntos. Um deles, tem a ver com meu trabalho na  equipe da 8ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul “Ensaios de Geopoética”. Será de 10 de setembro a 15 de novembro de 2011 em Porto Alegre. Lugares principais: armazéns do Cais do Porto, MARGS, Santander Cultural; sem contar alguns lugares da cidade onde terá uma exposição; e a Casa M que é um novo espaço cultural da cidade dedicada à Bienal. 

O tema principal desta Bienal é a questão do território; e a forma artística de observá-lo. Onde estou? O que faço aqui? São perguntas frequentes, tentamos sempre desvendar a realidade e os sonhos. E o bicho-papão chamado globalização? Pertinho da gente, mesmo assim, considerado estranho.

Na tentativa de compreender o espaço, inventamos o mapa. Nada como uma imagem do lugar onde estamos, como um espelho ou uma caricatura do nosso cantinho. O mapa não é apenas uma orientaçao, mas também uma interpretação dos lugares que observamos.

Podemos mapear as nossas vidas também? Refletir sobre os obstáculos que passamos, conquistas, coisas que pouco conhecemos de nós mesmos. Família, amigos, perigos, com direito a  legenda com muitos símbolos e muitas cores. Quanto mais experiente e auto-conhecedor, um mapa mais detalhado: um google earth!

Quando se sentir desorientado ou  achar um tempo para pensar na vida, faça um mapa!

Cultura

Não existe ninguém sem,

Mas nunca é demais ter mais.

Ela pode ser única,

Ou várias.

Pena que  somente uma parte é valorizada ,

Isso quando não  é desprezada por inteira.

Considerada uma futilidade,

Mas que, sem ela, ninguém sobrevive.

Um luxo, um tesouro

Que podemos encontrar até no lixo.

Formal ou informal,

Chique ou brega;

Quando a conhece ou a reconhece, acha legal

E nela se apega.

Está um tudo

E  sempre sentimos falta dela.

Tão lembrada e esquecida!