Assim caminha a humanidade: com calçados!

Olá, deixei este blog por um bom tempo. Fiquei fora do ar por momentos de tristeza,falta de ideias, sem vontade de escrever. Depois, o trabalho finalmente chegou. Mas veio a ocupação de verdade e o cansaço, que me deixou mais tempo distante do blog. Agora trabalho como auxiliar administrativo com e-commerce numa loja de calçados. Trabalho com a parte virtual da loja (redes sociais, loja virtual, fotografias de produtos para publicidade e sistema), além das tarefas administrativas. Bom, deu para perceber que estou bem atarefada. E adorando minhas novas tarefas!

Sapatos, muitos sapatos!

Sapatos, muitos sapatos!

Agora que percebi a importância de um sapato! Um pouquinho de proteção nas caminhadas do dia-a-dia. Colocar os pés no gramado é muito bom. Mas encarar buracos; poças d’ água, entre outras substâncias líquidas; objetos perfurantes e afiados, espinhos de plantas; estradas de diferentes tipos; não dá! Não conseguimos andar por tudo sem calçados. E esses diferentes obstáculos é que nos fazem procurar variados modelos sempre. De acordo com o seu físico, estilo, clima: momento. 

Tamanho 35, couro bovino, 5.500 anos

Tamanho 35, couro bovino, 5.500 anos

Um artigo tão necessário (embora alguns digam que é futil pela loucura que algumas peruas fazem para adquirir grandes quantidades de pares), mas sua indústria parece um tanto desprezada pela economia e o governo. Todo dia temos notícia de fábricas de calçados que fecham suas portas. A justificativa é de que o nosso sapato não vende mais no exterior. Sinto-me descalça com essa notícia, como se no Brasil ninguém usasse sapato. A verdade é que que o preço não é competitivo nem aqui e nem lá fora, os impostos é que acabam com a indústria e o comércio dessa área. Logo o que deveria incentivar, só atrapalha.

Bom, agora, só vejo sapatos na minha frente. Mas neles também vejo história, moda, arte, cotidiano, jornalismo,economia, cultura, geografia, estatística,contabilidade(matemática), idiomas.  Aprendi que com calçados podemos ver como caminha a humanidade!

Piso do Magistério no RS

Percebam a diferença:

O que vou escrever?

Faz um bom tempo que não escrevo neste blog. E não foi por nenhum problema particular ou compromisso. Simplesmente, tive um lapso, fiquei sem assunto para escrever. Pensei em vários temas, fatos, fofocas. E não consegui encontrar uma conclusão.

Greve dos PMs na Bahia, estiagem no RS, enchentes no sudeste, expulsão de moradores do Pinheirinho. acontecimentos importantes e graves no Brasil. Mas não gosto de “chover no molhado”, pois desperdício de água não é legal. Não tenho informações quentes sobre o assunto, pelo contrário, quero saber mais . E só reclamar da situação sem dar uma boa solução ou reivindicação convincente, é cair na mediocridade.

Televisão: reality shows, novas séries e minisséries, filmes requentados. Não me empolguei em falar da telinha brasileira que gosto tanto. E depois do episódio do “suposto estupro no BBB” (Será que é suposto? No mínimo, houve encosto!) fiquei enojada. Final de brincadeira. Paredão, novela, discurso de jornalista. Tudo perdeu a graça. Apesar disso, tentam encobrir para os convidados não irem embora da festa televisiva. Tarde demais. Minhas férias: nada de extraordinário. Frustradas, depois de feias queimaduras  depois de uma tarde sem protetor solar na praia, à procura dos “Chatonildos irresponsáveis”. Pelo menos, um ventinho para acalmar os ânimos e diminuir a saudade da cidade grande. Saudade. Um bom assunto final. Saudade de contar histórias para quem quer ouví-las, de ser a única grandona no meio dos pequenos, de comer guloseimas sem medo de passar mal, de olhar satisfeita e segura para algo que fiz. Acho que, quando eu terminar de escrever o final do texto, matarei essa última saudade.

Observação: Prometo que é a útima vez que me queixo de falta de assunto ou falta do que fazer. Sei que fiz a mesma reclamação em dois textos anteriores. Peço desculpas.

Procura-Se

Andei muito ocupada, cansada, tristinha e culpada por não escrever muito aqui. Melhor escrever alguma coisa sobre estes ultimos dias.

Procura-se:

Kaddafhi, Gaddafi, cadáver?

O assassinos da Juíza Patrícia Acioli e do menino Juan.

Algum responsável pela segurança e Justiça que não coloque a culpa na vítima.

Corrupto candidato à demissão.

O dinheiro aplicado nas obras para a Copa,

Aliás, a conclusão das obras para a Copa!

A educação das crianças e adolescentes briguentos dos vídeos do Youtube.

O  juízo das crianças assaltantes de São Paulo,

E o juízo de seus pais e responsáveis.

O próximo eliminado ou eliminada da Fazenda.

O próximo incluído numa fazenda: quilombola, agricultor familiar, sem-terra. Um incluído de verdade.

O término de contas a pagar este mês.

O final deste mês, que não termina nunca e tem mais de 30 dias.

Um bom esquema tático para meu time, que de preferência, tenha mais de uma pessoa  no ataque.

Eu disse: pessoa, espantalho não vale. 

Uma ilha deserta que não seja reinada por políticos corruptos, ou seja, espantalhos livres.

Alguém que não esteja gripado ou resfriado.

O fim do inverno e o início da primavera.

Uma notícia boa na mídia,

E mais um dia feliz na vida!

Marcha Soldado!

A moda agora é marchar, depois dizem que o povo brasileiro é acomodado, será? A marcha é uma arte que requer ordem e objetivo. Protestar à favor de menos impostos é importante por exemplo. Mas é muito difícil enxergar a melhor forma de diminuir os impostos, quais deles modificar, aliás, o povo nem tem noção do quanto paga. Só sabemos que seria bem melhor viver sem pagar muitas taxas, juros e impostos. Protestar sobre algo que se conhece pouco é muito difícil e as chances de dar certo também.

Ah, protestar é chato e não adianta nada? Não, acomodados, não é motivo para frustração e indiferença. Lembrem: ordem e objetivo. Se eu sei que o presidente Collor e seus companheiros roubam, então chego à conclusão de que a situação só melhora com a saída de todos os envolvidos. Estudo,ensaios, treinos e “bora marchar”!

Devemos marchar por tudo aquilo que nos incomoda. Mas, para isso, precisamos nos conhecer melhor: coisas fúteis são diferentes dos verdadeiros obstáculos. Auto conhecimento, conhecimento da sociedade e do planeta. Não é apenas pensar no proibir ou liberar. É refletir sobre as consequencias das nossas ações ou na falta delas.

Obs.: o golpe de 1964 teve apoio através da Marcha da Família. Pense nisso.

Síndrome do Popeye

Apesar de gostar de assistir ao desenho do Popeye, ficava muito incomodada com o fato do marinheiro conseguir vencer o Brutus somente após de comer o espinafre. Hoje, percebo que muita gente sofre da “síndrome do Popeye”. Não relaxa sem fumar(qualquer tipo de substância), não toma coragem de dar uma cantada sem “encher a cara”, não perde a timidez de dançar sem a “balinha”, não consegue dormir sem tomar uma centena de pílulas.

Certo, para nossa sobrevivência precisamos de alimentos e remédios que supram nossas necessidades físicas. Mas a alma, essa não curamos com nenhuma substância. Força espiritual, inteligência, coragem, alegria e bom humor não há porção mágica. Pena que nem todos entendem e passam por situações constrangedoras. Sair correndo da festa porque a bebida acabou e ninguém comprou mais; tirar nota baixa porque lembrou que esqueceu de tomar seu guaraná cerebral; procurar um local aberto para fumar (e que não seja proibido) e não encontrar, por exemplo (exemplos leves).

Por isso, sou à favor da independência de materiais que nos prendam, e afetam nosso poder de decisão (segundo Paulo Coelho). Usar o álcool e o cigarro de nicotina como argumento para a o uso legal da maconha, para mim, não serve. Pelo contrário, reforça minha opinião de que não precisamos de mais porcarias.

 

“Bulling” na Escola “Brasil”

Uma briga feia aconteceu na minha escola, a Escola Brasil. Para os alunos,foi o acontecimento do ano, mas para a direção da escola, não houve nada!

Uma turma relizava um trabalho de matemática, valendo nota (bastante). Entrevistar diferentes alunos de diferentes séries, idades, estilos e perguntar se eles ganham mesada e, se ganham, quanto ganham. Um aluno dessa turma perguntou ao líder da última turma da escola. Pois acredita que o cara se ofendeu? Pegou o gravador do outro e ameaçou bater nele se ele contasse para a professora.

Mesmo assim, ele falou com a professora e a direção. A professora perguntou sobre o fato, e ele disse que sofreu “bulling” porque foi humilhado por ter vergonha de falar da mesada que ganha. E ficou  por isso mesmo. Todo esse rebuliço por causa de um trabalho de matemática. Estudar não é fácil.

E o trabalho de recuperação da minha turma é mais difícil. Ainda bem que eu tirei nota boa e não preciso fazer. Até o dia 30/04, a turma tem que entregar um trabalho individual contando tudo o que cada um fez no ano de 2010. Tem que ter no mínimo 12 folhas(texto), explicar tudo por mês . Pode colocar foto e desenho em anexo. Ah, e se não pode faltar introdução, conclusão e bibliografia, senão a professora desconta nota!