Status Profissional

Estou de férias!

dani férias

Férias que começaram a um  bom tempo, e ainda não termiraram. Sabe quando vão terminar?Só quando você ME admitir!

dani admitida

 

 

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O que vou escrever?

Faz um bom tempo que não escrevo neste blog. E não foi por nenhum problema particular ou compromisso. Simplesmente, tive um lapso, fiquei sem assunto para escrever. Pensei em vários temas, fatos, fofocas. E não consegui encontrar uma conclusão.

Greve dos PMs na Bahia, estiagem no RS, enchentes no sudeste, expulsão de moradores do Pinheirinho. acontecimentos importantes e graves no Brasil. Mas não gosto de “chover no molhado”, pois desperdício de água não é legal. Não tenho informações quentes sobre o assunto, pelo contrário, quero saber mais . E só reclamar da situação sem dar uma boa solução ou reivindicação convincente, é cair na mediocridade.

Televisão: reality shows, novas séries e minisséries, filmes requentados. Não me empolguei em falar da telinha brasileira que gosto tanto. E depois do episódio do “suposto estupro no BBB” (Será que é suposto? No mínimo, houve encosto!) fiquei enojada. Final de brincadeira. Paredão, novela, discurso de jornalista. Tudo perdeu a graça. Apesar disso, tentam encobrir para os convidados não irem embora da festa televisiva. Tarde demais. Minhas férias: nada de extraordinário. Frustradas, depois de feias queimaduras  depois de uma tarde sem protetor solar na praia, à procura dos “Chatonildos irresponsáveis”. Pelo menos, um ventinho para acalmar os ânimos e diminuir a saudade da cidade grande. Saudade. Um bom assunto final. Saudade de contar histórias para quem quer ouví-las, de ser a única grandona no meio dos pequenos, de comer guloseimas sem medo de passar mal, de olhar satisfeita e segura para algo que fiz. Acho que, quando eu terminar de escrever o final do texto, matarei essa última saudade.

Observação: Prometo que é a útima vez que me queixo de falta de assunto ou falta do que fazer. Sei que fiz a mesma reclamação em dois textos anteriores. Peço desculpas.

Culpa

Lamentável o que aconteceu! A culpa é…

… da equipe;

… da falta de gente;

… da grama;

… da lama;

… da falta de dinheiro;

… do gasto excessivo de verba;

… da vaidade;

… do desleixo;

… do descaso;

… do acaso;

… da marcação cerrada;

… da perseguição;

… da solidão;

… das más companhias;

… das pessoas que fazem muita fofoca;

… do sigilo eterno;

… da natureza;

… das modificações desnecessárias;

…  da corrupção;

… da ingenuidade;

… da malandragem;

… da imaturidade;

… da falta de raciocínio;

… da falta de reflexão;

… da falta de ação;

…deles;

… dele e dela, ou de um dos dois;

… sua;

… minha;

… nossa!

Ela é muito nossa, tchau pessoal!

 

Depois de chorar, sorria!É Carnaval!

Nesta época, pré-Carnaval, começam as teorias de que o Carnaval é o causador dos problemas brasileiros. Comenta-se o fato de pessoas, pobres principalmente, cantarem e dançarem alegremente diante de tantas coisas ruins como algo absurdo e hipócrita. Difícil de entender.

Essa teoria tem muitos furos:

– Pobre não tem o que comemorar. E a vida? Só ela já é um motivo. Sem contar que o Carnaval é um “descanso” temporário dos problemas;

–  O Brasil não vai pra frente porque se preocupa mais em comemorar o Carnaval do que trabalhar. Para alguns,o Carnaval é sustento; faz parte da economia. Se lucra muito com o Carnaval. Outra, a maioria dos brasileiro trabalha o resto do ano. Não podemos julgar o povo todo por meia dúzia de vagabundos;

– O povo pode comemorar mesmo diante dos obstáculos da vida. Festejar não é igual a esquecer. Festejar é superar. Corrupção, miséria, violência: assustos abordados e até protestados de forma criativa nessa data.

Bom Carnaval!Sem culpa!

Praia de Pobre

Praia: Lugar ideal para descansar, porém onde acontecem as maiores confusões.

Viagem: passageiros além da conta; bagagem excessiva ou pequena demais (do time do “sem lenço,sem documento”); percursos obvios, mas nem por isso,deixam de ser terríveis!Longa viagem.

Casa, “apertamento”,pousada,hotel,barraca,etc.: Para achar é aquele dilema. Não era tão perto quanto pensava. Sinta-se em casa, de estranhos, certo! Fartura: “farta” talher, “farta” balde, “farta” água, “farta” tudo.Lembra do item anterior, bagagem? Você só se lembra nessa hora daquilo que não trouxe. Suas costas sentem falta do colchão da sua cama e você reclama dos mosquitos. Para ligar o fogão, geladeira, qualquer outra coisa tem o tal do jeitinho (coisas usadas). A barraca demora para ser montada: na montagem de uma, sempre se arma um outro tipo de barraca para isso (confusão, briga, xingamento, porrada).No hotel tem a vantagem de não precisar fazer serviço, mas lembre-se que isso tem um preço depois.Não se surpreenda se encontrar alguma coisa que não funcione por lá.

Comida: se tiver que gastar, gaste. Porque improvisar na comida nem sempre dá certo. Improvisar para você é uma coisa, improvisar para sua família de 15 pessoas e 20 convidados é outra. E agradar a todos: uns não gostam de tempero verde; não gostam de tal parte da carne; e os que gostam, mas a saúde não permite que comam e bebam. Se você trás comida de casa, chega estragada. Se compra, paga os olhos da cara pra não ter que comer apenas com eles mesmo. Se é gostosa ou não: depende da fome e da sorte. Bebidas: idem, sem contar os excessos. Ver quantidade: se faltar, o bicho pega!

Praia: roupa de banho, protetor solar, guarda – sol, esteira, cadeira de praia, balde para as crianças, bola para os que querem se divertir. Outras parafernalhas só para quem quer se incomodar e incomodar os outros. A luta para encontrar um lugar vago: perto do mar (para vigiar crianças e companheiros) e longe do mar (para não ser levado pelas ondas e nem pisoteado pelos que caminham na beirada), além de espaçoso para não bater em ninguém e não levar bolada.

 Banho: merece um capítulo especial. Tirar a areia do corpo requer técnica e elegância, coisas que a maioria não tem. A mangueirada básica na entrada para tirar o excesso que nunca sai. As mães mais práticas banham seus filhos na entrada mesmo para não gastarem mais água e tempo. Areia por todo o banheiro. Areia que não sai da roupa de banho. Se não tiver xampu ou sabonete, use o do próximo. Privacidade? Esqueça até notar que alguém te espiando.

Obs.: Esse é o diário da praia de pobre.Tem muito mais assunto: diversão, dinheiro, transporte, mar, pessoas. Estou em Cidreira/RS, mas isso se passa por várias outras praias.

Um abraço e boas férias.