Estudos para o concurso do magistério RS

Coloco aqui um resumo do que eu estudei para o concurso do magistério do RS. Um pouco do que me irritou mais nestes meses de leitura.

Português

Metade das questões são de interpretação de texto. Só que o texto é repleto de espaços em branco para completar com palavras. A outra metade são de perguntas que dão “pistas” sobre quais palavras completam o texto. Pode ou pôde? Ascender ou acender (subir de cargo profissional ou a subida de valor da conta de luz por conta da ação de manter  a lâmpada ligada sempre)? A ou à? Veado ou “viado”? Ou seja: é preciso adivinhar o que está escrito no texto para compreendê-lo. Se não adivinhar palavras, nem entender o texto: prova zerada!

E aquela tradicional pergunta: encontre o sujeito na frase  “A Igreja está enfeitada!” O sujeito? Esta dentro da Igreja, só pode! Para se dar bem na prova de português é necessário bisbilhotar a vida de estranhos. Por esse motivo, os fofoqueiros gabaritam a prova!

Legislação

Constituição Federal

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

Tem mais:

Em 16 de julho de 2008, a Lei 11.738 instituiu o piso salarial nacional para os professores da rede pública da educação básica. União, estados, Distrito Federal e municípios não poderão fixar vencimento inicial das carreiras do magistério, para a jornada de 40 horas semanais, abaixo desse patamar.

Será que isso vai cair na prova? Será  a piada do ano se cair. Senão, nada mais do que uma constatação de que o Governo do Estado não sabe ou finge desconhecer a Lei.

Conhecimentos Pedagógicos

Construtivismo, multiculturalismo, avaliação, psicologia, interdisciplinaridade,educação inclusiva, PCN, Piaget, Vgostky, Emília Ferreiro, Paulo Freire… E depois, dizem que pedagogo não lê nada. Bah! se isso é falta de leitura, imagine o que é ler!

História do Brasil

Nos livros didáticos, o indígena  aparece. Mas tem que dividir página com Pedro Álvares Cabral. É brabo! Os mais generosos dedicam um capítulo inteiro para eles (geralmente no início do livro). só que dá uma sensação de que os indígenas desapareceram junto com dinossauros. E eles estão entre nós. Na Floresta Amazônica? Ué, sabia que o centro de Porto Alegre era uma selva, mas de pedra!

História do RS

Todo texto (didático) sobre Rio Grande do Sul a penas cita a Guerra Guaranítica, fala da Guerra dos Farrapos e alguma coisa sobre Chimangos e Maragatos. Há pouco até passaram a  abordar sobre a legalidade (posse de Jango). Mas e o que aconteceu antes e depois desses fatos? O Brizola apenas ajudou o Jango e mais nada? E os outros governadores: o que fizeram? Tanto a se pesquisar e refletir.

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Um pensamento sobre “Estudos para o concurso do magistério RS

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