Síndrome do Popeye

Apesar de gostar de assistir ao desenho do Popeye, ficava muito incomodada com o fato do marinheiro conseguir vencer o Brutus somente após de comer o espinafre. Hoje, percebo que muita gente sofre da “síndrome do Popeye”. Não relaxa sem fumar(qualquer tipo de substância), não toma coragem de dar uma cantada sem “encher a cara”, não perde a timidez de dançar sem a “balinha”, não consegue dormir sem tomar uma centena de pílulas.

Certo, para nossa sobrevivência precisamos de alimentos e remédios que supram nossas necessidades físicas. Mas a alma, essa não curamos com nenhuma substância. Força espiritual, inteligência, coragem, alegria e bom humor não há porção mágica. Pena que nem todos entendem e passam por situações constrangedoras. Sair correndo da festa porque a bebida acabou e ninguém comprou mais; tirar nota baixa porque lembrou que esqueceu de tomar seu guaraná cerebral; procurar um local aberto para fumar (e que não seja proibido) e não encontrar, por exemplo (exemplos leves).

Por isso, sou à favor da independência de materiais que nos prendam, e afetam nosso poder de decisão (segundo Paulo Coelho). Usar o álcool e o cigarro de nicotina como argumento para a o uso legal da maconha, para mim, não serve. Pelo contrário, reforça minha opinião de que não precisamos de mais porcarias.

 

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3 pensamentos sobre “Síndrome do Popeye

  1. Mas voce acha certo que nos, contribuintes tenhamos que pagar para que o Estado coloque na prisao alguem somente porque fumam maconha? Sao bilhoes e bilhoes que poderiam ser usados nos hospitais e nas escolas, e ao inves disso sao usados pra manter maconheiros na prisao. Sou a favor da descriminalizacao das drogas e que que drogados sejam tratados como doentes e nao como criminosos.Um alcoolatra é alguém doente, nao um criminoso. Alguém que abusa de uma substancia toxica precisa de tratamento, nao de grades.

    • ATUALMENTE, o usuário não é considerado criminoso perante à lei. Bom, se alguns usuários são considerados traficantes, a culpa não é da lei; mas sim, do burro (juiz-Justiça) que a interpreta e não analisa bem cada caso. O Estado deve agir com coerência: assim como soa estranho proibir a maconha e liberar o fumo e o álcool, também seria esquisito liberar a maconha enquanto se proibe o uso do tabaco em quase todos os lugares. Outra coisa: a legalização da maconha não vai acabar com o tráfico, sinto muito. Nem todos aceitarão pagar impostos ao governo: questão de lucro.

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