Menos gráficos e mais corações

Neste mundo tumultuado, todos somos considerados números. É fato. Fazemos parte de estatísticas, dados, notas, metas, códigos, senhas.

E não há problema porque os números são uma forma de nos percebermos enquanto gente e de organização na vida.  Mas tratarmos os outros como apenas números, não! Para compreendermos os números é necessário humanizá-los.

Eu, como profissional da educação, vejo que esta questão é muito tratada numericamente. Número de alunos e professores, faltas e presenças, escolaridade. E, como se não bastasse; esse dados ainda são questionados sobre sua veracidade. Alunos e professores realizam provas para comprovar ao governo que realmente sabem e fazem.

Neste próximo Dia do Professor, gostaria que o povo valorizasse mais os professores. Nem coitado, autoritário, ou invisível. O professor é responsável por muitas coisas, mas não por todos os problemas que existem.

Menos gráficos e mais corações!

Meu desabafo de professora, no meu futuro segundo Dia do Professor! Homenagem à Secretaria de Educação de Gravataí, setor ProJovem Urbano; cuja preocupação me inspirou nesse texto.

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